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Qual é a escova de dente ideal para cada idade?
8 de junho de 2018
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Se você é adulto pode ser que nem tenha percebido isso ainda, mas existem vários tipos de escovas de dentes diferentes da qual você usa. Neste artigo, a ideia é entender qual é a escova de dente ideal para cada idade.

Essas indicações listadas abaixo têm a ver principalmente como as diferentes fases da vida e a partir disso mudam-se os tamanhos e os formatos de cada uma.

Isso porque os dentes humanos também mudam conforme o passar dos anos. Você já deve ter ouvido falar em dentes de leite, caninos, molares e por aí vai, não é mesmo?

Então, isso explica porque existem tantos tipos de escovas de dentes no mercado.

Ah, e antes de citarmos quais são essas escovas, entenda que a cabeça da escova é a parte que vai ser importante para alcançar áreas mais profundas sem prejudicar as estruturas da boca.

Já as cerdas são os “fios” da escova e são importantes e indicados quando causam menos retração gengival, ou seja, menos atrito com as gengivas.

A escova dental para cada idade

Abaixo separamos as indicações feitas pelos médicos pediatras, clínicos gerais e especialmente pelos dentistas.

Observe que em caso de dúvidas, o melhor conselho é aquele que diz para buscar ajuda de um dentista que vai poder explicar o uso das escovas de dentes durante a escovação.

E, mais do que isso, vai poder fornecer informações importantes sobre cada um dos modelos e marcas disponíveis no mercado atual.

De 3 meses até 1 ano de idade

Até os 3 meses de idade, os médicos pediatra não recomendam o uso de escova para os bebês.

Isso porque alimentação deles ainda é praticamente toda baseada no leite materno e qualquer material usado nas escovas poderia prejudicar ou irritar as gengivas dos bebês.

Mas, a partir dos 3 meses, quando os dentes ainda não nasceram, os pediatras recomendam o que é chamada de “escova-mordedor”.

Elas podem ser usadas a partir do momento que os bebês já tiverem alguma coordenação motora para segurar objetos, logo, é partir dos 3 meses, mas pode acontecer em um tempo mais distante do que isso.

Esse tipo de mordedor responde a pergunta sobre qual é a escova de dente ideal para cada idade, principalmente se pensarmos que o mordedor funciona como um estimulador neurossensorial com várias funções.

Os pediatras recomendam o uso das escovas-mordedoras porque isso estimula a escovação de uma forma praticamente inconsciente.

De 1 ano até os 6 anos de idade

Nesse período da vida, a recomendação é usar as escovas infantis, que são indicadas logo após o nascimento dos primeiros dentes decíduos até o momento da erupção dos dentes permanentes.

Este é o tipo de escova de dente ideal para as crianças porque têm características específicas, como, por exemplo, a presença da cabeça pequena e anatômica, partes polidas e ultramacias.

Na parte psicológica, o uso dessas escovas infantis promove o desejo das crianças na higienização dentária.

De 7 anos até os 14 anos de idade

A partir dos 7 anos, as crianças já podem mudar o tipo de escova de dente usado.

Aqui aparecem aquelas que chamamos de “escova juvenil”.

Elas também têm cabeça pequena, mas com formatos ovais, sendo ideias para proteger as gengivas e as bochechas durante a escovação.

Isso é importante porque nessa fase da vida, as gengivas já se tornam mais resistentes.

E, com as cerdas mais rígidas, a eficiência é melhorada sem machucar as gengivas.

A partir dos 15 anos de idade

A partir dos 15 anos, se você quer saber qual é a escova de dente ideal para cada idade, saiba que é a mesma que será usada também pelos adultos.

As escovas para adultos podem ter alguns tamanhos de cabeça diferentes e isso vai variar conforme o arco dentário das pessoas.

Uma escova com tamanho de cabeça pequena é ideal para quem tem o arco pequeno também. Já para quem cabeça grande, a outra é melhor.

Nessa fase da vida, a escolha de uma escova com cerdas ultramacias é ideal para não machucar as gengivas também.

A indicação é optar por aquelas que tenham cabo sextavado porque possibilita o uso na angulação correta durante a escovação.

A marca e tempo de uso

Ao fim deste artigo, resta falarmos, brevemente, sobre cada marca de escova de dente.

Acima você conheceu que existem vários tipos e as diferenças deles devem-se ao fato de estarem ligados às diferentes fases da vida.

Quanto à marca, não há aquela que é a melhor indicação.

O importante é você encontrar o melhor custo-benefício para você.

Como falamos, existem tipos que serão mais adequados e isso quer dizer que nem sempre o mais caro é o melhor ou que o mais barato seja pior.

Existem muitas marcas no mercado e para o consumidor isso é bom porque cria uma disputa por preços, qualidade, opções.

Agora, especificamente sobre o tempo de uso de cada escova de dente, o ideal é trocar a cada 3 meses, o que vai depender do quanto você usa.

Assim, os dentistas e odontologistas afirmam que “quando as cerdas estiverem desgastadas”, isso já indica que está na hora de trocar.

A higienização das escovas de dentes

Agora sim, por fim, vale uma última recomendação, que é quanto à higienização das escovas de dentes.

Independente de qual modelo você tenha escolhido, é muito importante que você faça a higienização dela.

E isso é feito da seguinte forma: lavagem com água corrente, secamento, armazenagem em caixinhas de transporte ou locais fechados (gavetas e armários).

Essa forma de guardá-las é importante porque quando fica em contato direto com o ar, especialmente em locais abertos, as partículas de fezes que aparecem quando a descarga é acionada pode entrar em contato com as escovas.

Bom, você não vai querer que sua escova e sua boca entrem em contato com essas bactérias, que podem ocasionar doenças, não é mesmo?

E aí, ficou alguma dúvida sobre qual é a escova ideal para cada idade? Tem alguma nova sugestão? Um novo comentário? Outra recomendação? Deixe-nos um comentário!

Mulher Saúde
O exame Papanicolau detecta quais doenças?
24 de maio de 2018
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O Papanicolau é um dos exames mais comuns na vida das mulheres e tem que estar na lista de prioridades no caso daquelas que têm vidas sexualmente ativas. A importância disso está no fato de você saber: o exame Papanicolau detecta quais doenças?

O principal deles é o câncer de colo do útero, mas também podemos considerar a detecção de outras doenças consideradas graves, como o câncer de ovário e o câncer de endométrio.

Leia este artigo completo e saiba tudo o que importante sobre o exame Papanicolau, também chamado de Citologia ou Colpocitologia Oncótica.

O que é o exame Papanicolau?

O exame Papanicolau é um poderoso e simples exame que consiste na coleta de material do colo do útero a partir de uma “colher de raspagem”.

Tudo é feito em um consultório médico ou laboratório clínico por um profissional especializado, como um médico ginecologista.

Após recolher o material, o médico envia para a análise.

O exame não costuma doer, sendo que pode acontecer alguns pequenos incômodos durante a realização por conta da introdução do “espéculo” e da “espátula”.

Bom, podemos incluir aqui uma curiosidade: o nome Papanicolau foi dado em homenagem ao médico grego Geórgios Papanicolau, que foi considerado o pai da citopatologia, uma ciência que estudo os exames de células.

O método, portanto, foi criado em 1940.

Quem pode fazer o exame Papanicolau?

O mais indicado é que todas as mulheres com vida sexual ativa façam o exame Papanicolau devido à sua importância e ele deve seguir sendo feito até os 64 anos de idade.

Após 2 anos de exames com resultados normais, o Ministério da Saúde recomenda que o procedimento passe a ser feito em um intervalo maior, de 3 anos, desde que não haja troca do parceiro sexual.

Uma dúvida muito comum é sobre o fato de: será que as virgens podem fazer o exame Papanicolau? Os médicos afirmam que sim, sendo que ele não causa riscos ou problemas para as pacientes, nem mesmo em relação à ruptura do hímen.

Já as pacientes grávidas também podem fazer o exame, porém até o 4 mês de gravidez, sendo que é preferível que seja feito na 1ª consulta de pré-natal.

Também é preciso saber que antes de realizar o exame Papanicolau, a recomendação é que a paciente não esteja menstruada e que não tenha tido relação sexual nos dois últimos dias.

Por que o exame Papanicolau é importante?

Conforme uma pesquisa do British Medical Journal (BMJ), a taxa de sobrevivência de mulheres com câncer de colo do útero que é detectada por esse exame chega a 92%.

Ao mesmo passo, quem não faz o exame e são diagnosticadas apenas pelos sintomas tem taxa de sobrevivência de apenas 66%.

Aqui você já consegue perceber o assunto central deste conteúdo [o exame Papanicolau detecta quais doenças] porque mais do detectar, ele torna possível fazer o tratamento correto e com mais assertividade.

Um fato importante de ser citado aqui é que na fase inicial os tumores malignos (que causam os cânceres) não apresentam sintomas, dessa forma fica muito difícil conseguir fazer o tratamento.

Então, o exame Papanicolau é a melhor saída para quem quer prevenir essas doenças.

Isso porque ele detecta as alterações das células antes mesmo de os sintomas aparecerem e como consequência os médicos podem descobrir se existem males no corpo da mulher, que precisam ser tratados com urgência.

Nesse caso, estamos falando em prevenir as doenças, assim como trata-las nas suas fases iniciais, o que torna o poder de cura muito maior.

O exame Papanicolau detecta quais doenças?

Depois de apresentar todo esse contexto sobre o exame Papanicolau, vamos considerar todas e mais importantes doenças que são detectadas pelo exame clínico ginecológico.

No caso das doenças que podem ser diagnosticadas, as mais comuns são: câncer de colo uterino, de ovário e endométrio.

Também é possível encontrar as neoplasias intraepiteliais cervicais e as doenças sexualmente transmissíveis, como a tricomoníase e a gonorreia.

Além delas, outras doenças podem ser prevenidas, como as infecciosas (como endometrite e salpingite) e as lesões pré-cancerígenas.

Mas, a lista de doenças que pode ser detectadas com o exame Papanicolau é extensa, passando por sífilis, condilomatose, clamídia, cancróide, etc.

Os resultados dos exames Papanicolau

Os resultados desses exames tão importantes para as mulheres podem ser vários – e por isso, você sempre deve ver em conjunto com o seu médico porque a linguagem nem sempre é fácil.

Eles são gerados em um período que varia entre 3 e 14 dias.

Nós fizemos uma lista de resultados que podem aparecer [conforme a Organização Mundial da Saúde] e isso vai facilitar o seu entendimento, leia agora.

  • Classe I – quer dizer que o colo do útero está normal e saudável,
  • Classe II – há alterações, que podem ter sido causadas por inflamações vaginais,
  • Classe III – existem alterações nas células, que possivelmente podem ser o HPV,
  • Classe IV – indicam um provável câncer de colo de útero,
  • Classe V – presença confirmada de câncer de colo de útero,
  • Amostras Insatisfatórias – quer dizer que o material colhido não foi adequado.

Mais uma vez vamos reafirmar: os resultados devem ser vistos e analisados junto com os médicos, especialmente para saber qual o melhor tratamento a ser feito.

Para você ter uma ideia, as infecções por HPV ou alterações na célula devem ser refeitos após 6 meses e os que suspeitam de câncer, devem ser acompanhados de uma coloscopia.

Mais sobre o câncer de colo de útero

Apesar de ter influência em tantas doenças, o câncer de colo de útero é um dos que merecem destaque no exame Papanicolau.

Como visto, ele não tem sintomas nas suas fases iniciais. Mas, em estágio mais avançado, pode acontecer sangramentos vaginais, dor durante a relação sexual, distensão do abdômen e outros órgãos.

Além disso, a paciente ainda pode apresentar a perda de apetite, o emagrecimento, a fadiga, a dor pélvica, a dor lombar e o inchaço nas pernas.

E existem muitas formas de prevenir a doença, tais como evitar contraceptivos orais, não ter uma vida sexual muito cedo, ter poucos parceiros sexuais, ter boa higiene pessoal, evitar o tabagismo, entre outras.

E, mais uma vez lembrando: o exame Papanicolau é a melhor forma de detectar a doença.

Bebês Dicas
Picada de pernilongo em bebês: 4 cuidados que todos os pais deveriam saber
16 de maio de 2018
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A picada de pernilongo em bebês é um assunto bastante difundido na medicina infantil porque costuma assustar os pais, especialmente os de primeira viagem. Mas, há cuidados simples que podem solucionar o problema.

E além dos pernilongos, outros insetos também podem ser os agentes causadores de coceiras e vermelhidão, como os borrachudos, as pulgas, as formigas, as vespas, os marimbondos e as abelhas.

Algumas picadas são mais ardidas do que outras, mas os cuidados listados abaixo podem amenizar os sintomas mais comuns causados.

E no final do artigo ainda vamos falar sobre o uso de repelentes em bebês – não deixe de ler!

1 – Evite que os bebês cocem a picada

Independente de qual seja o inseto causador, que pode ser mosquito ou pernilongo ou qualquer outro, o ideal é evitar que os bebês cocem a área afetada.

O motivo é que isso poderia piorar os sintomas ou mesmo causar futuras infecções se a pele for rompida.

Como fazer isso?

A recomendação é que os pais cobrem as áreas picadas com mangas e calças compridas. Se as picadas forem nos pés, use meias e se forem nas mãos, as luvas.

Outra dica é manter sempre as unhas das crianças cortadas para que elas não se arranhem muito quando houver picadas de insetos.

Impetigo

Abrimos um novo tópico aqui porque isso é muito importante de você saber.

Se o bebê coçar muito frequentemente a picada, pode ser que ela infeccione e uma bactéria entre no local.

Isso é chamado de impetigo.

E aí então pode haver febre ou um inchaço maior do que o comum.

A infecção é tratada com remédios antibióticos receitados por médicos, além de pomadas.

2 – Use uma bolsa de gelo sobre a picada

Outra medida rápida e natural para amenizar a picada de pernilongo em bebês é usar o gelo envolvido por um pano ou uma compressa gelada para aliviar a sensação da coceira.

Porém, muita atenção aqui: nunca aplique o gelo diretamente na pele do bebê porque isso poderia queimá-la, considerando que ela ainda é muito frágil.

A compressa fria pode ficar exposta por 15 minutos seguidos.

3 – Reconheça se há reações mais severas

Caso seu bebê tenha recebido uma picada de inseto, o ideal é buscar a ajuda de um médico pediatra para saber quais cuidados tomar.

Mas, inicialmente, você pode tomar algumas medidas, como as citadas acima.

Agora, também é importante que você faça um reconhecimento se há reações mais severas, como dificuldades respiratórias, dificuldades para engolir, febre ou pressão baixa (hipotensão).

Se um desses sintomas aparecer, o ideal é que você procure a ajuda médica também, mas de maneira imediata, em um hospital pediátrico, por exemplo.

Por outro lado, há sintomas comuns, que podem aguardar a consulta médico, sendo:

  • Coceira – ocorre porque o corpo combate o veneno do agente,
  • Inchaço – ocorre no ponto da picada e combate a toxina do inseto,
  • Vermelhidão – acontece porque o corpo envia sangue para a área picada.

Em todo caso, procure ajuda médica antes de optar pelo uso de medicamentos, que é o próximo tópico.

4 – Descubra se há a necessidade do uso de medicamentos

O tratamento da picada de pernilongo em bebês é, quase sempre, sintomático.

Isto é vamos tratar apenas os sintomas dos bebês e não a causa em si.

E esses tratamentos podem incluir o uso de remédios sim, como as pomadas.

Mas, claro que isso é preciso passar por uma análise pediátrica antes.

Por exemplo, o médico pode receitar um corticosteróide em creme, que são usados para controlar a inflamação e a coceira da picada.

Também há a loção de calamina, que é usada para aliviar a dor, coceira e também pequenas irritações na pele dos bebês.

Já os anti-histamínicos, usados em crianças, são para os casos mais raros, quando esses pacientes apresentam reações alérgicas à picada.

– Nunca aplique pomadas que contenha cânfora e nenhuma outra sem a prescrição médica ou o aconselhamento de um farmacêutico.

Pode usar repelentes para evitar a picada de pernilongo em bebês?

É consenso entre os pediatras que os repelentes, mesmo aqueles específicos para os bebês, não sejam usados antes dos 6 meses de vida.

O motivo é simples: esses produtos podem ter substâncias químicas que são prejudiciais aos bebês e que podem provocar também as reações alérgicas ou tóxicas.

A exceção desse uso é para quando há casos de surto de doenças transmitidas por mosquitos, sendo que é necessária a orientação do pediatra.

E mesmo quando o uso é permitido, os pais precisam se atentar ao fato de que alguns produtos tem muita concentração de DEET, uma substância tóxica.

Então, o ideal é usar repelentes que tenham somente 35% de concentração de tais substâncias, já que elas poderiam ser eficazes contra os insetos e não prejudiciais aos bebês.

Como evitar a picada de insetos nos bebês?

Bem, a melhor forma de prevenir essas picadas é deixando os insetos o mais longe possível dos bebês.

E como fazer isso é que é a grande charada.

Você pode criar soluções, como usar as telas nas janelas e os mosquiteiros no berço.

Quanto ao uso de aparelhos de tomada que liberam inseticidas, eles não são recomendados porque podem liberar substâncias prejudiciais.

As velas e os difusores de citronela são soluções caseiras que podem ser usadas, mas com muita cautela porque podem causar alergias nos bebês, também.

E, como já não é novidade para ninguém, evitar os criadouros do mosquito continua sendo a melhor forma de prevenir as picadas de mosquitos nos bebês.

Por fim, vale dizer ainda que os tecidos naturais, que não esquentam demais no calor e permite a respiração da pele também é uma boa recomendação para se evitar picadas de insetos.

E o que você ainda não sabia é que cores escuras podem atrair os insetos, portanto, invista nas roupas claras.

E vista sempre os seus bebês, especialmente no período diurno, já que alguns mosquitos (como o Aedes aegypti) costuma picar durante o dia.

Comportamento Dicas Saúde
5 maneiras saudáveis de tratar os sintomas de resfriado
2 de maio de 2018
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O resfriado é uma infecção viral do trato respiratório, que afeta principalmente o nariz e a garganta. É uma doença muito comum e que persiste muitas vezes na vida de alguém, por isso, é tão importante entender como tratar os sintomas de resfriado.

A causa é viral e hoje são mais de 200 vírus que podem causar o resfriado, portanto, essa é uma doença contagiosa.

E esse contágio acontece principalmente quando o paciente com o vírus leva as mãos à boca, que é a porta de entrada e saída dos vírus.

O simples fato de falar, respirar, tossir ou falar é uma ameaça para outras pessoas – através de gotículas invisíveis, suspensas no ar.

Especificamente sobre os vírus, o agente causador da maior parte da doença é o rinovírus, que significa infecção pelo trato respiratório.

Além do rinovírus, há o adenovírus e o coronavírus.

Ah, e não podemos terminar essa introdução, obviamente, sem falar dos principais sintomas de resfriado, que costumam aparecer de 1 a 3 dias após a exposição do vírus.

São eles:

  • Espirros,
  • Tosse,
  • Coriza,
  • Mal-estar,
  • Ardência no nariz e na garganta,
  • Nariz entupido.

O importante é você saber que existem muitos outros sintomas de resfriado, sendo que isso varia de pessoa para pessoa e também conforme o vírus.

E tem muita gente que acha que a febre alta (acima de 38ºC), somada aos calafrios e o suor, também é um sintoma de resfriado, mas não é.

Nem mesmo o vômito, a diarreia, dores abdominais ou dores no ouvido.

Portanto, se você tem um desses sintomas, melhor procurar ajuda médica imediatamente porque trata-se de algum problema de saúde mais grave do que o resfriado.

5 maneiras para tratar os sintomas de resfriado

Todas as maneiras listadas abaixo são naturais, isto é, são saudáveis e não causam efeitos colaterais se forem praticadas com sabedoria e sem exageros.

Mas, vale avisar que para quaisquer dúvidas, a recomendação é procurar ajuda de um médico clínico ou de um farmacêutico, que vão poder auxiliar as tomadas de decisões mais corretas.

1 – Banho quente

O mais comum é que o resfriado apareça durante as épocas frias, como no inverno.

E também não é raro que as pessoas resfriadas acordem com sensações incômodas nas articulações e na cabeça.

Assim sendo, um banho com a água quente pode ser uma boa forma natural de começar o dia, sendo que ela pode ajudar a relaxar o corpo.

Além disso, o vapor ajuda a limpar os seios paranasais para diminuir a congestão.

2 – Café da manhã saudável

A dica não é apenas para o café da manhã e sim para todas as refeições.

A boa alimentação é muito importante em todo processo de recuperação da doença, sendo assim é importantíssimo para ajudar a tratar os sintomas de resfriado.

Há indicações de sucos naturais de laranja, xícaras de antioxidantes com aveia e até mesmo caldos de verduras e de frango.

3 – Vaporização

Com o nariz congestionado, cria-se um excesso de mucos que inibem a respiração normal.

Isso explica porque os resfriados podem causar sinusites e dores de cabeça também.

Então, a vaporização pode ajudar a descongestionar essa região e limpar toda via respiratória.

Ah, e se você não sabe ainda, a vaporização nada mais é do que o ato de converter um líquido em vapor por meio de aquecimento ou vaporização.

Nos hospitais, os médicos falam muito em inalação, que tem o mesmo fim para os resfriados, especialmente porque ajudam a hidratar e desobstruir as vias respiratórias.

4 – Passeios

Se o resfriado pode ser ainda mais acentuado no frio, então, o ideal é ficar em casa. Será?

Os médicos recomendam um passeio ao ar livre porque isso pode ajudar a melhorar o humor do paciente, assim como estimular todo sistema imunológico.

5 – Dormir 8 horas por dia

Dormir cedo e ter uma boa noite de sono é importante para todo ser humano.

Ainda mais para quem está resfriado.

Tratar os sintomas de resfriado com uma noite bem dormida pode fazer toda a diferença porque isso reforça o sistema imunológico e combate o resfriado diretamente.

Por sinal, também é importante que se evite o consumo de bebidas energéticas, como o café ou até mesmo o álcool, que podem impedir essas noites tranquilas.

Cuidado: Gripe e Rinite alérgica

Não confunda com a rinite alérgica ou com a gripe.

Apesar de os sintomas de resfriado serem parecidos, as patologias são bem diferentes.

Essa confusão costuma acontecer principalmente no inverno, quando aumenta de maneira significativa o número de casos de problemas respiratório.

Os sintomas comuns entre essas doenças são: coceira no nariz, congestão nasal, espirros, coriza e tosse.

Mas há detalhes que podem ser notados para você conseguir diferenciá-las.

Rinite Alérgica

A rinite alérgica é uma inflamação da mucosa no revestimento nasal.

Isso quer dizer que após uma exposição à alérgenos os sintomas podem aparecer sendo a obstrução nasal, coriza, espirros e os pruridos nasais.

A grande diferença é que o número de sintomas, assim como a intensidade e a frequência varia de pessoa para pessoa – mas, não causam febre e a doença não é contagiosa.

Gripe

Essa é uma infecção viral causada por vírus.

Os sintomas são praticamente os mesmos, mas especialmente a febre alta, além da indisposição física e da secreção nasal amarelada.

Nesse caso, o tempo de recuperação é em torno de 10 dias.

Resfriado

O resfriado é uma infecção viral causada, quase sempre, pelo rinovírus.

Isto envolve sintomas como secreção nasal, congestão nasal, espirros, dor de garganta e a febre também.

Só que os sintomas duram bem menos, cerca de 2 dias ou, no máximo, 1 semana.

Os fatores de risco

Bom, listamos acima 5 maneiras muito simples de tratar os sintomas dos resfriados, que são muito inconvenientes.

Só que nem sempre damos a devida atenção para isso, né.

Então, criamos esse último tópico para te falar quais são os fatores de risco, isto é: um simples resfriado pode causar problemas mais sérios especialmente quando temos elementos que influenciam a propensão da doença.

E isso é preciso levar em conta porque estima-se que cada adulto tenha entre 2 e 4 resfriados anualmente.

Os fatores de riscos, que aumentam suas chances de ter resfriado são: conviver com pessoas resfriadas, ser criança, trabalhar com o público infantil, ter um sistema imunológico fraco e fumar.

Beleza e Bem-estar Dicas Idosos Mulher Produtos Saúde
Proteção para os lábios: 5 maneiras saudáveis de fazer isso agora mesmo
24 de abril de 2018
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Quando o assunto é proteção para os lábios, a maior parte das pessoas pensa na famosa “manteiga de cacau”. Mas, será que essa é a forma certa de proteger os lábios?

Antes de mostrar 5 maneiras eficazes de fazer isso, precisamos entender mais sobre os lábios, a função deles, entre outros pontos.

Os lábios – o que você precisa saber

Eles são responsáveis por várias funções importantes do corpo humano, como sugar, envolver os alimentos, falar, deglutir… Etc.

Em contraposição a ele estão alguns inimigos como o sol e o cigarro.

Para combater esses inimigos não é preciso muito, senão alguns cuidados com a higiene e a saúde bucal.

E você pode se atentar aos machucados que podem acontecer em períodos mais secos, assim como na coloração dos lábios:

  • Muito vermelhos pode ser que os vasos sanguíneos estejam mais visíveis,
  • Muito roxos pode indicar a falta de oxigenação e problemas com respiração,
  • Muito brancos significa que a pessoa levou um susto ou está com mal estar.

Está vendo isso?

É incrível como os lábios podem dizer muito sobre a saúde de uma pessoa.

5 maneiras saudáveis de fazer isso agora mesmo

Como vimos se você está buscando proteção para os lábios, o melhor jeito de fazer isso é mantendo a região úmida.

E como conseguir isso é que é o grande segredo – isso porque quase sempre você não precisa gastar muito dinheiro e os efeitos são sempre muito positivos, sem efeitos colaterais.

Separamos 5 maneiras saudáveis de conseguir manter os lábios úmidos. Confira!

1 – Beba muita água

Estar sempre hidratado é uma das melhores formas de garantir que os lábios também estejam hidratados.

E como você já deve saber, os benefícios vão para além da saúde da boca.

O mais indicado é que você tome 2 litros de água diariamente.

Mas, você pode dividir essa receita em 8 copos de 240 mililitros ao longos das 24 horas, por exemplo.

Quanto mais vezes você ingerir a água, melhores os resultados.

Isso também vale e é ainda mais indicado para o caso de você praticar exercícios físicos, suar constantemente e viver em regiões quentes ou com tempo seco.

2 – Evite os alimentos salgados demais

Você não precisa ser a pessoa mais inteligente do mundo para saber que os alimentos salgados ressecam a boca e, consequentemente, os lábios também, né.

Aliás, você já passou pela situação de estar com a boca ressecada ou irritada e comer algo que tenha muito sódio, como os salgadinhos, batatas fritas ou amendoins?

A sensação é de ardência, não é? E arrepia só de lembrar.

Então, isso justifica o fato de que os alimentos salgados prejudicam e tiram a hidratação dos seus lábios.

E, mais do que isso, a dica não é apenas para alimentos salgados, mas também para os alimentos picantes (frangos temperados, salsa, molhos) e as frutas cítricas (laranjas, limões).

Assim sendo, para ter uma boa proteção para os lábios, evite esses alimentos.

3 – Use os umidificadores de ar

A dica vale muito a pena para quem vive em regiões secas e quentes.

O ar seco resseca os lábios e o umidificador reverter isso.

O aparelho é muito indicado também no inverno e em locais onde os aparelhos de ar-condicionado ficam ligados por muito tempo, deixando o tempo mais seco.

4 – Faça a respiração corretamente

Respirar pela boca resseca os lábios mais rapidamente do que o normal, que é respirar pelo nariz.

O mais aconselhável é puxar o ar pelo nariz e soltar pela boca, em um processo perfeito de respiração.

Caso você não consiga fazer a respiração corretamente, o ideal é buscar ajuda médica já que isso pode indicar algum problema ou deficiência respiratória.

5 – Aposte nos protetores labiais

Não apenas em época de frio ou tempo seco, mas durante todos os dias você pode usar os protetores labiais, também chamados de bloqueadores solar labiais.

Eles nada mais são do que hidratantes bucais que protegem a “pele” do seu lábio dos raios solares, evitando queimaduras causadas pelos raios UVA e UVB.

Esses produtos são muito indicados especialmente para quem fica muito tempo exposto ao sol, como os carteiros, moto taxistas, entre outras pessoas.

Os filtros dessa proteção para os lábios são variáveis, mas são indicados aqueles que tenham fator de proteção de 15, podendo ser aplicado, inclusive, após a higienização bucal.

Ainda sobre essa maneira de proteger os lábios, temos 3 cuidados que precisam ser tomados. Veja abaixo.

I – O batom como fator de proteção

Existem batons que também fazem o papel de protetores labiais.

Entre eles estão: o mate, cintilante, cremoso ou os hidratantes.

Eles podem ser usados para esse fim, mas é importante que a pessoa refaça a aplicação diariamente.

II – A manteiga de cacau

A famosa manteiga de cacau é um hidratante labial, mas não costumam funcionar muito bem como um agente de fotoproteção.

Portanto, não é recomendado para este fim.

Aqui, vale a mesma indicação para o uso de cremes labiais: é preciso muita atenção para saber se eles têm efeitos protetores, além de serem hidratantes.

III – O uso de bonés

Uma forma de proteger os lábios é usando bonés e chapéus, que também evitam que os raios solares cheguem à boca.

Para mais informações procure um médico especialista

Todas as formas conseguir proteção para os lábios listadas acima são saudáveis para o seu corpo e não causam efeito colateral se feitas da maneira correta.

Portanto, se você busca alguma outra forma de conseguir isso, com cirurgias por exemplo, o ideal é que você encontre ajuda médica, considerando que podem haver efeitos não desejados.

E, mesmo que você use uma das 5 dicas usadas aqui e não surja efeito, também é indicado que você procure o conselho de um especialista.

As pessoas que querem tratar os lábios podem procurar várias especialidades, como: os dentistas, os dermatologistas, os estomatologistas, os patologistas bucais, os clínicos gerais.

O importante é você nunca se medicar por conta própria, especialmente em casos mais acentuados, quando há machucados, rachaduras ou dores agudas.

Comportamento Dicas Homem Mulher Saúde
Descubra quais são os 5 principais causadores dos dentes sensíveis
16 de abril de 2018
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Você já experimentou a terrível sensação de sentir um incômodo nos dentes após “atacar” um pote de sorvetes naqueles dias tão quentes? Então, você tem que conhecer os motivos que causam os dentes sensíveis.
E não é só o alimento gelado que traz esses incômodos.
As comidas muito quentes, ácidas, doces ou mesmo aqueles mais crocantes (duros) também podem ser sintomas da sensibilidade nos dentes.
A explicação vai desde o esmalte dos dentes, que podem estar desgastados e atuando como os causadores desse prejuízo e ir até mesmo a doenças mais graves causadas nas gengivas.
Selecionamos uma pequena lista com os 5 principais causadores dos dentes sensíveis nas pessoas nos dias de hoje.
Os 5 principais causadores dos dentes sensíveis
Uma informação importante antes de listarmos os causadores é que a maior parte das pessoas que apresentam a sensibilidade nos dentes tem entre 20 e 50 anos.
Porém, quem está fora desse grupo também podem ter os sintomas.
1 – O uso incorreto do fio dental
Na verdade há o grupo de pessoas que não gostam de usar o fio dental. Então, nesse caso, nem estamos falando do uso incorreto e sim da falta do hábito.
Se você não acha que é importante usar o fio dental, saiba isso pode trazer problemas como a formação de tártaros, a gengivite e, obviamente, os dentes sensíveis.
Para quem tem dificuldade em criar esse comportamento diário, os dentistas recomenda que se faça o uso do fio dental, ao menos, 1 vez ao dia – preferencialmente no final da noite, antes de dormir.
Agora, se você usa o fio dental e está com os dentes sensíveis pode ser que esteja fazendo o uso incorreto. Nesse caso, busque a ajuda de um dentista.
2 – O desgaste do esmalte dos dentes
Você já ouviu falar do esmalte dos dentes, não é mesmo? Ele é uma parte dura que fica na superfície do dente, sendo bem resistente.
Só que com o tempo ele pode se desgastar.
E aí é que começa o problema porque a dentina, que fica logo abaixo dele, fica exposta e deixa os dentes totalmente sensíveis.
Agora você pode estar se perguntando: “O que causa o desgaste nos dentes”?
Podem ser vários os motivos, tais como: a escovação excessiva, o consumo excessivo de alimentos ácidos e o bruxismo.
O dentista, nesse caso, vai te ajudar a encontrar a melhor escova para o formato da sua arcada dentária e vai informar também quantas vezes usar.
Se o motivo for o bruxismo, também será o dentista que vai informar qual a melhor saída, sendo que na maioria das vezes o ideal é usar “aparelhos” que evitam esse comportamento inconsciente.

3 – A gengiva retraída
Talvez você não acredite, mas os profissionais da saúde oral afirmam que uma escovação frequente e com muita força pode causar a retração da gengiva.
Isto é: você deixa os seus dentes desprotegidos e com a dentina exposta.
Quando a dentina fica exposta, você sabe o que acontece: dores e irritações ao consumir alimentos muito quentes ou muito gelados.
Nesse caso, a alternativa mais viável é também a mais simples: cuidar da higienização da sua boca, escovando os dentes da forma certa e na frequência correta também.
Para confirmar esse hábito, se ele está saudável, o ideal é visitar o seu dentista a cada 6 meses, no mínimo.
4 – A falta de escovação frequente
Você já notou até essa parte do texto que quando o assunto é escovação dos dentes o exagero e a falta podem ocasionar problemas, não é?
Portanto, saiba que o ideal é ter uma escova frequente.
Ou seja, escovar os dentes deve ser um hábito no seu dia a dia.
Cada pessoa vai ter uma necessidade, mas, de maneira geral, a recomendação é que se escove os dentes, ao menos, 3 vezes ao dia.
Isso porque dessa forma você consegue evitar que a quantidade de bactérias na sua boca cresça de forma desenfreada e comece a lesionar dentes e gengiva.
A escovação em falta é um dos motivos que causam os dentes sensíveis, portanto, se você desconfiar disso, aumente a frequência do hábito diário.
5 – Os dentes fissurados
Um dente fissurado é um dente com uma “rachadura”, entende?
E sabe como os dentes ficam fissurados? Normalmente acontece quando temos “ideias geniais”, mas que não são aconselháveis, como: abrir uma garrafa com os dentes ou cortar a fita adesiva com eles.
Mesmo porque você sabe, né, os dentes foram feitos para mastigar ou cortar alimentos.
Sendo que cada dente tem a sua função dentro da boca.
Para tarefas mais árduas e específicas, use ferramentas adequadas, como, por exemplo, um abridor de garrafas ou uma tesoura.
Então, para finalizar essas 5 dicas super importantes para você evitar ter dentes sensíveis, considere não ter o vício de morder ou roer objetos duros, tratar o bruxismo e usar aparelhos de proteção caso os dentes estejam frágeis demais.
Para todo caso de suspeita, o mais recomendável é ir até um dentista rapidamente porque as fissuras podem ser a causa dos dentes sensíveis assim como de outras doenças bucais.
E o melhor de tudo é que há tratamentos para a reparação desses dentes doentes.
Siga a orientação de um dentista
O dentista é o melhor profissional para te ajudar a encontrar a causa dos dentes sensíveis.
Ele pode confirmar um dos motivos listado acima ou outros, conforme o diagnóstico e as observações feitas pelos próprios pacientes.
Dessa maneira, ele pode te auxiliar durante a escovação correta, o uso de fio dental e outros hábitos que devem diminuir ou eliminar a sensibilidade dos dentes.
Portanto, se você ainda tem alguma dúvida sobre os dentes sensíveis, faça uma breve análise sobre os seus comportamentos da saúde oral e marque uma consulta rápida com um dentista.
Afinal, a restrição ao consumir alimentos devido aos incômodos que eles trazem pode prejudicar muito além da saúde da sua boca.
Mesmo porque é difícil saber quem é que vai conseguir ficar sem tomar sorvete naqueles dias mais quentes ou uma sopinha de legumes nos dias mais frios?

Beleza e Bem-estar Comportamento Dicas
Como fazer caminhada corretamente?
6 de abril de 2018
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O hábito de caminhar pode trazer vários benefícios para a vida das pessoas, inclusive, alguns como melhorar o ânimo, aliviar tensões, reduzir as chances de doenças e emagrecer. Mas, como fazer caminhada corretamente?

É importante entender que apesar de a caminhada ser o exercício físico mais básico, mais tradicional, mais barato e mais prático entre as outras opções, ela tem as suas próprias características que precisam ser seguidas.

Você já deve ter ouvido de algum médico que andar entre as 10 horas da manhã e as 16 horas da tarde, ao ar livre, em cidades tropicais do Brasil, não é muito recomendado devido à força dos raios solares, né.

Além disso, ainda há observações a serem feitas com o bem-estar físico das pessoas, sendo que no começo o ideal é seguir dicas simples que podem fazer toda a diferença.

Pensando nisso, selecionamos 5 orientações imprescindíveis para quem quer aprender como fazer caminhada corretamente.

5 orientações imprescindíveis para a prática de caminhadas

E essas são dicas que vale muito para quem está começando a ter uma vida saudável e também para aqueles que já têm rotinas formadas pela prática de atividades físicas.

Ah, e se você já ouviu o mito de que “caminhar não emagrece”, considere que, tecnicamente, o ato de caminhar diariamente em um ritmo adequado faz com que você produza o aumento da massa muscular e reduz a reserva de gordura.

Então, tire as suas próprias conclusões.

1 – Escolha o melhor horário para as suas caminhadas diárias

Já falamos sobre os horários que não são indicados.

Mas, agora a informação é nova: conforme os médicos cardiologistas, as pessoas que já tem histórico de problemas cardíacos devem evitar as caminhadas no período da manhã.

A explicação é que as fibras cardíacas já estão mais aquecidas no período da tarde.

Agora, vale considerar que o ritmo de cada pessoa também conta: algumas pessoas preferem a manhã, quando os ventos são mais frescos e os ambientes menos secos.

Assim, dá para pensar ainda que até mesmo o clima influencia na prática da caminhada.

Dessa forma, para entender como fazer caminhada corretamente comece por escolher aquele que é o melhor horário para você, levando em conta os dados, as pesquisas e também o seu próprio ritmo de vida.

2 – Saiba o que comer antes de iniciar uma caminhada

O 1º fato aqui é que antes de todo exercício físico é importante se alimentar.

Claro que estamos falando de um alimento leve, como as frutas e os sucos naturais.

A recomendação é evitar gorduras e outros alimentos que podem dificultar a digestão.

A alimentação pesada e errada pode dificultar a caminhada, prejudicando o organismo.

Nesse tópico, a recomendação é buscar ajuda de um nutricionista para que sejam indicados os melhores alimentos a serem consumidos antes do treino, conforme os gastos e necessidades de cada pessoa.

3 – Reconheça o seu ritmo de caminhada

Tem gente que acha que anda devagar demais, mas fica no seu limite. Outras pessoas quase correm, mas ainda assim o exercício parece não surgir efeito.

A melhor recomendação é se atentar ao seu próprio ritmo.

Para quem pratica caminhadas, o mais importante é conseguir manter a consistência e a periodicidade da atividade, para além da agilidade.

Uma dica para você que está estudando como fazer caminhada corretamente é considerar esse exercício como uma atividade física, que permite distrações, mas também solicita disciplina.

A caminhada não deve ser um passeio no parque, mesmo porque traz benefícios que vão além, como os cardiovasculares e a queima de gorduras, entre outros.

Se você usa uma esteira, como a de academias, fica mais fácil controlar esse ritmo, lembrando que a partir de 5 quilômetros por hora a velocidade já é considerada rápida.

Outro ponto importante é reconhecer que para que a caminhada tenha seus verdadeiros efeitos, você consiga manter um ritmo equilibrado e que tenham a ver com a sua necessidade – que pode ser perder peso ou simplesmente ativar os músculos.

4 – Nunca se esqueça de manter a disciplina das caminhadas

A disciplina das caminhadas é manter o ritmo.

Mas, não apenas o ritmo da velocidade média e sim o da constância das caminhadas.

Na verdade, também não há um número certo dessa atividade física para se fazer.

O que os médicos cardiologistas dizem é que você se você pratica isso, ao menos, 3 vezes por semana, já começa a obter os resultados positivos dessa prática.

Se você quer acelerar algum processo, como de emagrecimento, pode praticar isso 5 vezes na semana.

Por outro lado, a recomendação é sempre deixar 1 dia da semana para descansar os músculos e o corpo, de forma geral.

Aqui, vale citar novamente a importância de se consultar um médico especialista, especialmente se for um nutricionista ou endocrinologista.

Eles vão poder te auxiliar, com base em exames, para que seu treino seja feito sob as suas necessidades.

5 – Preste toda a atenção possível no seu corpo

Se você ainda não tem o hábito de caminhar, é provável que agora que está aprendendo como fazer caminhada corretamente, suas pernas ou outras partes do corpo fiquem um pouco doloridas.

Aqui, o importante é reconhecer essa dor, sabendo da gravidade e intensidade ela.

Antes de toda atividade física, assim como as caminhadas, é preciso seguir recomendações, além da alimentação, e também com os alongamentos.

Isso é importante para evitar dores, distensões e outros problemas físicos.

De maneira geral, a dor pode significar que você ultrapassou o seu limite e acabou indo “com sede demais ao pote”.

Lembre-se que todo exercício físico é uma questão de prática, então, você não vai conseguir alcançar seu objetivo em algumas horas – você vai precisar de tempo e disciplina.

O ideal é ter paciência, seguir as orientações deste texto e consultar os médicos periodicamente.

Aliás, se você tiver com alguma dor, pare imediatamente o exercício e não persista neste momento. Tente alongar novamente e descanse. Se a dor persistir, busque um pronto atendimento.

Além de entender como fazer caminhada corretamente, o seu objetivo tem que estar também por trás disso.

Se é para manter uma boa qualidade de vida, ótimo.

Se for para emagrecer, é uma boa ideia também.

Se a sua ideia é buscar todos os beneficios, vale a pena.

No fim das contas, não vai importar apenas como fazer isso, mas também o porquê fazer isso. É isso que vai te dar forças para manter o foco e seguir o objetivo até o fim.

E, por fim, vale considerar que o Brasil é um dos melhores países para se praticar atividades físicas, portanto, se você fizer isso corretamente, com certeza, vai colher bons frutos.

Bebês Dicas
Como tratar assadura de bebê causada pelo uso de fraldas em 3 passos
4 de abril de 2018
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O nome técnico é dermatite ou eritema da fralda. Mas, no dito popular, essa doença tão comum nos dias atuais é chamada de “assadura da fralda”. Neste artigo, você vai aprender como tratar assadura de bebê causa pelas fraldas.

Esse está entre os vários tipos de assaduras em bebê mais comuns da atualidade.

A assadura da fralda nada mais é do que uma irritação e maceração da pele que é causada por uma zona específica da fralda e também pelos usos contínuos delas.

Mas, o motivo pode ser mais específico do que parece e vai depender da análise clínica do médico e da atenção dos responsáveis pelos bebês, considerando que pode ter a ver com itens como:

  • Alergia,
  • Fricção da fralda,
  • Contato prolongado com a urina ou fezes,
  • Alergia aos cremes e produtos usados na limpeza,
  • Infecção secundária por bactérias ou fungos, entre outros.

O que acontece é que a pele dos bebês fica avermelhada, irritadas e totalmente frágeis, especialmente nas regiões das nádegas, das coxas e também na zona genital.

E o sintoma mais comum nos bebês é que eles ficam irritado especialmente durante a troca da fralda ou durante o banho, momentos em que as regiões afetadas são tocadas.

3 passos para tratar a assadura de bebês

Se você quer saber como tratar assadura de bebê causada por fralda ou por qualquer outro motivo, saiba que é com o uso de pomadas.

No entanto, isso nunca deve ser feito sem a prescrição de um médico especialista (pediatra) ou de um farmacêutico.

O importante é considerar que as pomadas contêm elementos que podem afetar negativamente o bebê se forem usados sem a orientação de especialistas.

No caso das usadas em assaduras, o principal elemento é o óxido de zinco e petrolato, que são itens característicos em nomes como Hipoglós.

Mas, ainda há nomes como as que são antifúngicas, por exemplo: nistatina, clotrimazol ou miconazol – em todos os casos, o médico ou o farmacêutico deve fazer a prescrição.

As pomadas contra assaduras agem criando uma barreira física contra a umidade e outras substâncias que irritam a pele do bebê, reduzindo, inclusive, a fricção da fralda.

Portanto, agora que você já descobriu como tratar assadura de bebê, pode aprender também 3 passos importantes para continuar tendo um tratamento efetivo em paralelo ao uso de pomadas.

1 – Trocar a marca da fralda

Hoje em dia existem muitas variações de fraldas descartáveis.

Algumas são de melhor qualidade e outras não.

No entanto, não é apenas isso que vai interessar porque pode ser que algumas marcas causem alergia em bebês.

Assim sendo, junto com a ajuda do médico, tente fazer a troca da fralda.

Um fato importante é que se você tem mais de 20 anos deve se lembrar de quando o usual eram as fraldas de pano, que não eram descartáveis.

Agora, as novas fraldas, que são vendidas em farmácias, proporcionam mais comodidade aos bebês, justamente porque são feitas pensando no bebê e no bem-estar dele.

De modo geral, elas são melhores porque absorvem mais a urina e diminuem a umidade na região, tornando-se mais segura, inclusive, contra assaduras.

No entanto, cada organismo reage de um jeito e trocar a marca da fralda pode ser a solução para evitar que novas assaduras aconteçam.

2 – Escolher os produtos de higiene pessoal do bebê

Outra forma interessante para você que está tentando entender como tratar assadura de bebê é dando mais atenção na hora de escolher os produtos de higiene pessoal.

Conforme a orientação de pediatras, esses produtos devem ser neutros, sem corantes, sem conservantes e sem perfumes também.

Além disso, eles devem ser escolhidos a dedo, sempre com orientação do médico.

Até mesmo as toalhas e lenços umedecidos usados tem que ser observados, a se considerar que trata de uma região muito íntima do bebê.

Mesmo porque alguns produtos químicos podem secar e desidratar a pele dos bebês – causando, assim, as assaduras.

3 – Fazer a higienização correta no seu bebê

Essa é outra ação preventiva e é muito importante para prevenir e tratar assadura em bebês.

Você já deve saber que não se pode deixar o bebê muito em contato com fezes ou urina – da forma que toda vez que ele evacuar será necessário executar a troca.

E se isso não acontecer, ao menos nos primeiros meses, essa troca deve acontecer a cada 4 horas, conforme recomendação dos médicos.

Além disso, deve-se evitar o uso de fraldas muito apertadas porque a fricção também é uma causadora de assaduras em bebês.

Aí, durante a troca, é preciso atentar-se a limpeza do bebê, que deve ser suave, feita com algodão ou gaze macia – esfregar em demasia também pode irritar a pele.

Já durante o banho, a dica é usar sempre toalhas bem secas e macias, de algodão.

Por que o tratamento de assaduras em bebês é importante?

Agora você já sabe praticamente tudo sobre como tratar assadura de bebês, só que ainda não sabe a importância de fazer isso.

Apesar de parecer óbvio, é preciso ressaltar que a intensidade da assadura pode variar desde pequenas lesões até algumas irritações que ficam difusas e intensas por longos tempos.

É muito comum que essas irritações partam de regiões mais periféricas, como nas laterais das coxas e na barriga, regiões que têm mais contato com o plástico da fralda.

Só que em casos não tratados, o risco de contaminação por fungos e bactérias aumenta muito.

Ainda antes de terminar este texto vale salientar a importância do leite materno, que cria anticorpos naturais aos bebês e ajudam a reforçar todo sistema imunológico deles, especialmente contra infecções e assaduras.

Aliás, não apenas o leite materno, mas também é necessário identificar a diversificação alimentar, já que pode ser que algum nutriente também cause irritação na pele dos bebês.

Siga sempre as orientações de especialistas

Neste último tópico, queremos falar sobre a importância de buscar ajuda de especialistas.

São eles que vão identificar a doença, sendo que nem sempre vai ser assadura.

Existe ainda o impetigo, dermatite seborreica e brotoeja, que são condições comuns em bebês e confundidas com assaduras provocadas por fraldas.

Apenas para que você saiba, o impetigo é uma infecção bacteriana contagiosa. A dermatite seborreica é causada por manchas vermelhas e a brotoeja é causada pela transpiração que se acumula na pele e é incapaz de se evaporar.

Dicas Mulher
3 mudanças no cardápio para prevenir doenças cardíacas em mulheres
15 de março de 2018
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Todos os anos mais de 8,5 milhões de mulheres  morrem no mundo por cardiopatias. E um dos motivos é a dificuldade em encontrar sintomas – o que torna essencial tomar alguns cuidados para prevenir doenças cardíacas em mulheres.
O dado acima foi divulgado por uma das associações mais importantes do planeta, a OMS (Organização Mundial da Saúde), que também apresenta outro dado: no Brasil, 33% da mortalidade feminina acontecem devido às doenças do coração.
Sendo que 60% das vítimas são mulheres que sofreram infartos.
Outro número importante, agora proveniente de um estudo do “Cardiômetro da Sociedade Brasileira de Cardiologia”, apenas neste ano (2018) já foi contabilizado mais de 54 mil mortes devido às complicações cardíacas.
Para se ter uma ideia, 63% das mulheres que morrem por Doença Arterial Coronária (DAC) não apresentam sintomas prévios da doença.
E, ainda conforme a OMS, as mulheres diabéticas têm risco de morte [a partir de problemas cardiovasculares] em torno de 7,5 vezes maior do que aquelas que não são diabéticas.
As doenças cardíacas e a alimentação não balanceada
Por outro lado, ainda que nem sempre os sintomas apareçam de forma clara, a opinião geral dos cardiologistas é uma só: hábitos saudáveis e consultas médicas periódicas são as melhores formas de iniciar os cuidados para prevenir doenças cardíacas em mulheres.
E neste artigo vamos falar especificamente sobre as mudanças alimentares, as trocas de alimentos que vão beneficiar a saúde da mulher.
E antes de citar as possíveis e indicadas mudanças alimentares, vamos explicar porque isso é tão importante, especialmente no caso das mulheres.
As doenças do coração se desenvolvem pelo acúmulo de tecido e de colesterol que vai [vagarosamente] obstruindo as artérias – inibindo-as de transportar o sangue ao coração.
Com o passar do tempo, elas ficam mais rígidas e diminuem muito o espaço para o transporte do sangue no organismo. Logo, ele chegue com muita dificuldade ao coração, ao passo que esse órgão vital sofre uma isquemia.
Isquemia é quando há uma diminuição ou suspensão do sangue, causada pela obstrução de artérias ou pela vasoconstrição.
Bom, o importante aqui é entender que se o sangue não chega ao coração, acontece o infarto.
E aqui é que entra a importância da alimentação balanceada como sendo uma das principais formas de prevenir doenças cardíacas em mulheres.
Existem alguns fatores que “dificultam a passagem do sangue nas artérias”, como:
Os altos níveis de açúcar acumulados no sangue e
O colesterol [que é o acúmulo de gordura].
Por isso, uma alimentação que evite nutrientes ruins e foque nos bons é ideal.
Agora, se você não sabe por onde começar, melhor ler o tópico abaixo porque temos 3 mudanças alimentares para você começar agora mesmo!
Prevenir doenças cardíacas em mulheres? 3 mudanças imediatas
A mudança mais efetiva é aquela que tem a ver com a troca de comportamentos saudáveis por aqueles que só aumentam a incidência de doenças, especialmente do coração.
Dessa forma, os hábitos se impõem, na maior parte, na substituição dos alimentos menos aconselháveis por aqueles mais nutritivos.
Para sintetizar este assunto, fizemos uma lista citando os cuidados que precisam ser tomados imediatamente se você quiser se prevenir das doenças cardíacas.
1 – Frutas, Legumes e Hortaliças
Toda mudança alimentar começa pela inclusão desses alimentos que, com o passar do tempo, começaram a ser substituídos pelo fast-food (que são os lanches rápidos).
E vale comentar para o fato de que os alimentos frescos sempre são recomendados, muito mais do que os enlatados e os industrializados [que são ricos em sal e químicos].
2 – Carnes Brancas e Carnes Vermelhas
Outra mudança positiva para quem está buscando cuidados para prevenir doenças cardíacas em mulheres é substituir o consumo da carne vermelha pela carne branca, especialmente os peixes frescos.
Para você ter uma ideia, espécies como as sardinhas, cavala, atum e o salmão possuem um nutriente que não é encontrado [ao menos em tanta quantidade] em nenhum outro alimento: o ômega-3.
Essa falha no consumo de peixes leva muitas pessoas a ficar com deficiência de nutrientes como o ômega-3 e, nesses casos, recomenda-se o consumo de compostos que são vendidos em farmácias, como na Drogaria Total.
3 – Número e Quantidade de Refeições
Outra dica que é muito comum na opinião dos médicos cardiologistas (e também pelos nutricionistas e endocrinologistas) é o fato de comer em menor quantidade, mas mais vezes.
A ideia geral é a de que o número deve ser, no mínimo, de 5 – ou seja, 5 refeições diárias.
E nesse ponto, podemos citar: café da manhã, almoço, café da tarde, jantar, café da noite. Mas, dependendo de cada pessoal, é possível acrescentar lanches nos intervalos também.
– A dica aqui é sempre procurar um profissional da área para criar uma dieta ideal, balanceado a quantidade, a qualidade, os tipos de alimentos e o dia a dia dos pacientes.
Cuidados médicos também são importantes
Além da alimentação, outro ponto que é imprescindível para prevenir doenças cardíacas em mulheres é manter uma rotina que passe por um médico especialista a fim de encontrar possíveis sintomas das doenças cardiovasculares.
Hoje em dia existem exames que são simples e que podem apresentar resultados importantes para a prevenção, como o escore de cálcio, além da medição de pressão, temperatura e tudo mais que permite um tratamento precoce para evitar futuros problemas.
Os cardiologistas também concordam que as mulheres devem sempre ficar atentas à quaisquer sintomas que possam representar o infarto, como dores no peito, sensação de pressão na mesma região, “puxões” nos braços e no pescoço e outros.
Isso porque esses sintomas, a princípio, podem ser confundidos com outras doenças, como refluxo, cansaço, dores musculares…
Por sinal, uma última dica é: atentar-se sempre às veias do pescoço e do tornozelo – se elas incharem é preciso procurar um médico porque são mais alguns dos sinais de infarto.
Essa prevenção indo aos médicos e fazendo exames é o que se chama de “diagnóstico precoce”, que ajuda a evitar todos os tipos de doenças, inclusive, aquelas que são mais silenciosas e fatais, como as do coração.

Beleza e Bem-estar Comportamento Dicas Saúde
As 5 doenças mais comuns na gravidez e os melhores tratamentos
9 de março de 2018
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Na semana da mulher, que acontece em conjunto com o Dia Internacional da Mulher , a Drogaria Total está divulgando uma série de conteúdos sobre a saúde feminina. Neste texto, vamos citar as doenças mais comuns na gravidez e como tratá-las.

Isso porque a gestação nem sempre acontece de forma fácil e saudável, podendo envolver, inclusive, problemas de saúde sérios e fatais – por isso, todo cuidado é pouco.

Mesmo que você seja uma mãe cuidadosa, que planeja o nascimento do filho e que faz consultas médicas periodicamente saiba que algumas doenças podem acontecer porque envolvem não apenas comportamentos atuais, mas também a genética.

Nossa lista tem as 5 doenças mais comuns na gravidez, só que existem outras também.

Nós separamos aquelas que mais acontecem, mas nada substitui a busca por médicos especialistas que vão analisar quadro por quadro para só assim ofertaram os melhores tratamentos.

Consideramos as doenças mais comuns dos últimos tempos e isso não está baseado em estudos, mesmo porque não há pesquisas que mostram quais são elas.

Só que ao ler, você vai notar que essas são doenças realmente comuns na vida de muitas grávidas!

1 – Pré-Eclâmpsia

Essa não é apenas uma das doenças mais comuns na gravidez como também é uma das mais graves e preocupantes na visão dos médicos.

Para se ter uma ideia da importância de citarmos esse tema, saiba você que no Brasil, a cada 24 horas 3 mulheres são vítimas da doença.

E, de maneira geral, elas acometem as grávidas a partir do 3º trimestre de gestação, sendo ainda mais comum durante a 1ª gravidez.

Bem, após esses dados preocupantes, vamos entender a doença.

Ela é uma alteração vascular na placenta que eleva a pressão arterial da mamãe – de maneira simples e didática: é como se ela causasse o envelhecimento precoce da placenta.

O resultado pode ser dois: um parto prematuro ou a evolução para quadros mais graves [como a eclampsia].

Portanto, se você está grávida e sente inchaço, dor de cabeça, no estômago, espuma na urina, convulsões, dores abdominais e vista embaralhada, o ideal é buscar ajuda médica o mais rápido possível.

Se a doença da Pré-Eclâmpsia for confirmada, através dos exames clínicos, a mulher deve ter uma dieta bem mais controlada – com menos sal, podendo ser internada por alguns dias.

2 – Infecção Urinária

É como se fosse a vice-campeã das doenças mais comuns na gravidez: podendo ser diferenciada em dois tipos [cistite ou candidíase].

Os sintomas são mais simples de serem notados: desejo assíduo em urinar, sensação de ardência vaginal, dores no baixo-ventre, corrimentos e coceira constante e “incontrolável”.

Agora você quer saber por que é comum na gravidez, né? Então, vamos explicar.

O motivo é a progesterona, que é um hormônio predominante na gravidez e que provoca uma dilatação das vias urinárias. Isso impede a bexiga de esvaziar-se por completo e favorece a cistite.

No caso da candidíase, o motivo mais aparente é devido à queda de imunidade da mamãe grávida, considerando que a cândida vive no intestino e faz parte da flora intestinal, proliferando a doença.

Portanto, as grávidas que estão no 1º e também no último trimestre de gravidez devem tomar cuidado – ou, caso tenham essa doença, precisará fazer o parto prematuro [na maior parte das vezes].

De qualquer maneira, o tratamento é sempre medicamentoso e vai depender da indicação do médico especialista e do histórico da paciente. Logo, buscar ajuda profissional é o mais aconselhável a se fazer.

3 – Diabetes Gestacional

Fechando o ranking das top 3 doenças mais comuns na gravidez está a diabetes gestacional.

Bem, essa doença costuma aparecer na 26ª ou 27ª semana de gravidez e é muito característica naquelas mulheres que já tem alguma deficiência na produção de insulina – ou seja, que já eram diabéticas.

Mas, também podem acontecer em quem nunca havia apresentado a doença, considerando que as mamães que engordam muito na gestação também correm risco de ter a diabetes gestacional [o indicado é ganhar, no máximo, 12 quilos nos 9 meses de gravidez].

Agora, engana-se quem pensa que apenas mulheres mais gordinhas podem ter a doença.

O fato é que o diagnóstico é feito por meio da medição das taxas de açúcar no sangue, que é o comprova o fato. Só que os sintomas iniciais aparecem com a sede e o aumento na vontade de urinar – sintomas mais clássicos da doença em todos os casos.

Faça sempre um pré-natal adequado com a ajuda de um médico.

4 – Anemia

Essa é outra doença comum na fase da gestação.

Luiz Fernando Leite é médico e afirma que a incidência de anemia em grávidas é 20% maior do que em mulheres não grávidas – e ele explica isso citando o acréscimo de glóbulos vermelhos que há no organismo.

“É como colocar mais água em suco em pós, ele vai ficar menos denso”, diz.

A solução para a anemia é ter uma dieta mais adequada, com a inserção de agrião, feijão branco, frutas secas, fígado, abacate, etc.

Os médicos também podem prescrever vitaminas em casos mais acentuados a fim de minimizar os efeitos da falta de ferro, que pode ocasionar um bebê prematuro.

5 – Distúrbios da Tireoide

Durante a fase da gravidez, as mulheres sofrem com as alterações hormonais. E isso vai muito além dos fatores emocionais, como a irritabilidade. Um exemplo disso é a mudança no funcionamento da tireoide.

Essa alteração pode ser para cima ou para baixo, causando o hipertireoidismo ou o hipotireoidismo.

O tratamento também é feito com medicamentos [que nunca devem ser tomados sem a prescrição médica], de modo a não afetar a saúde física e mental da mãe ou do bebê.

Antes de indicar algum medicamento, o médico pode solicitar um exame completo para analisar a glândula e verificar se o problema é decorrente da gravidez ou se já existia anteriormente.

Outras doenças que surgem durante a gravidez

Como falamos acima, essa lista contém apenas 5 das doenças mais comuns na gravidez. Mas, existem outras, como a rubéola, a hepatite B, a toxoplasmose, entre outras.

O ideal é mais aconselhável é sempre buscar ajuda médica para ter um diagnóstico completo. E lembre-se: tomar remédio por conta própria está totalmente proibido porque isso põe em risco a vida do seu bebê e a sua também.